Um exemplo de bacteria que habita a flora intestinal humana é a Bifidobacterium Lactis: tipo de bactéria benéfica ao trato gastrointestinal, capaz de fermentar no leite.
No nosso organismo, as bactérias formam mais da metade do conteúdo intestinal. Existe aí um equilíbrio natural entre as bactérias nocivas e as bactérias benéficas (bactéria do mal e bactéria do bem), que se traduz em saúde para o organismo.
Alimentos Probióticos
Um dos efeitos secundários dos antibióticos empregados para combater as bactérias patogênicas (do mau), aquelas causadoras de enfermidades é que eles matam também as espécies úteis (bactérias do “bem”) podendo acarretar distúrbios em conseqüência do rompimento desse equilíbrio.
Muitas bactérias produzem antibióticos, como a estreptomicina, terramicina, cloraninicol, neomicina, farmicetina e outros.
As mucosas representam a interface entre o organismo e o meio que o cerca, muitas vezes hostil e os eventos imunológicos aí iniciados traduzem a fisiologia da operação do sistema imune.
O sistema imune das mucosas consiste de agregados de linfócitos, macrófagos, e outras células acessórias localizadas abaixo do epitélio mucoso, bem como linfócitos intra-epiteliais difusamente espalhados, um bom exemplo são as placas de Peyer, agregados anatomicamente definidos de tecido linfóide associado à mucosa, na lâmina própria do intestino delgado. O epitélio intestinal ao redor das placas de peyer é especializado de modo a permitir o transporte de antígenos para o tecido linfóide, está função é realizada por células epiteliais, denominadas células M. Essas células M são capazes de absorver e transportar antígenos, e possivelmente, processa-los e apresenta-los às células linfóides subepiteliais.
Esquema representando a flora normal, e suas armas para proteger o organismo, e a flora patológica, com seus fatores patogênicos que visam a destruição do hospedeiro.
Outro exemplo são os ruminantes e as bactérias em seu estômago: as bactérias recebem abrigo e alimento e fornecem ao animal ácidos orgânicos que lhe permitem aproveitar melhor o alimento retirado do capim; além disso as bactérias oferecem ao animal várias vitaminas que ele pode absorver.

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